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Lista mostra municípios com preço da gasolina mais cara do Estado

Dados foram divulgados em balanço de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis; confira os preços nos postos

Alessandra Bagattini | Comunidade | 14/07/2021 17:33
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O último balanço de preços da gasolina em Santa Catarina divulgado pela  ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nessa terça-feira (13), demonstra que cidades do Oeste catarinense estão entre as que têm a gasolina mais cara do Estado.

A pesquisa envolveu 20 municípios catarinenses e a cidade de Concórdia aparece com a gasolina mais cara.  O preço máximo da gasolina comum chega a R$ 5,829. O preço mínimo é de R$ 5,749 e o padrão é de R$ 5,777.

Os municípios de Chapecó, Videira, Caçador e Xanxerê aparecem na sequência entre os mais caros. O valor médio mais barato foi registrado em Joinville, no Norte catarinense, com R$ 5,228.

A coleta de dados ocorreu de 4 a 10 de julho. O cálculo do preço médio é ponderado de acordo com as vendas de combustíveis informadas pelas distribuidoras à ANP por meio do i-SIMP (Sistema de Informações de Movimentação de Produtos).

 

Confira o preço médio nos 20 municípios avaliados em SC:

Com relação à gasolina aditivada, Concórdia também aparece com a mais cara do Estado. O preço máximo ficou em R$ 5,899, o mesmo preço é registrado em Caçador, Balneário Camboriú, Florianópolis e Xanxerê. Dois dos municípios também são do Oeste catarinense.

No preço mínimo, a gasolina aditivada aparece com R$ 5,779 e o médio em R$ 5,815 na cidade de Concórdia. Na sequência aparecem os municípios de Chapecó, Caçador, Videira e Xanxerê.

 

Sexto aumento no ano

No último dia 5, o brasileiro foi mais uma vez surpreendido com novo aumento no preço dos combustíveis anunciado pela Petrobras. Foi o sexto reajuste este ano. A estatal aumentou de uma só vez os preços da gasolina, diesel e do GLP (gás de cozinha) para as distribuidoras.

No caso da gasolina, o preço médio por litro subiu de R$ 2,53 para R$ 2,69, um acréscimo de 6,32%. Desde janeiro, o produto acumula um aumento de 46%. No diesel, o avanço foi de 3,69%, pulando de R$ 2,71 para R$ 2,81, em média, por litro. A alta acumulada é de 39%.

A Petrobras informou que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno, mas busca o equilíbrio dos valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio.

Até chegar ao consumidor final, os preços cobrados nas refinarias da Petrobras são acrescidos de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.

O valor dos combustíveis no Brasil e a política de reajustes adotada pela Petrobras tem despertado reações na sociedade, pois os preços da gasolina, do diesel, do GLP e do etanol têm grande impacto na economia real e na vida das pessoas, além de ser importante componente das cestas de preços que integram os índices de inflação como o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Dados da ND+

 

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