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Diário da Pandemia 842º dia:

Diário da Pandemia | Diário da Pandemia | 10/07/2022 13:53
Diário da Pandemia 842º dia:
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O clima nem parece de Inverno, tal o calorzinho que tem feito nos últimos dias. Menos mal, pois, sem chuva e sem frio extremo, a nossa recuperação caminha a passos largos. A semana que ora findou, nesse sentido, ainda foi de pouca movimentação e de muito repouso (com bastante leitura, o que é bem salutar!), necessários para acalmar o espírito e bem recuperar a parte física. Agora, renovação para um novo período, com um pouco mais de atividade, por conta de novos compromissos que surgem. Sigamos, sempre, com fé!

Efetivamente, os dias ruins nos abatem por demais da conta. Para certas situações, nosso emocional, por mais que queiramos, nunca está devidamente preparado. Mesmo assim, apesar das desmotivantes dificuldades, acredito que enquanto houver vida, haverá esperança.

A vida, por si só, sugere esperança contínua. Quando chegamos a este mundo, nossos genes já sabem, de antemão, que teremos muitos (e infindáveis) desafios a enfrentar. Na verdade, a cada nascer do Sol, somos desafiados a solucionar problemáticas, das mais diversas ordens.

Às vezes, inclusive, precisamos nos esforçar até para respirar adequadamente…

Diante desse cenário, a esperança impõe-se como sinônima da vida. Ela (a esperança) conduz nossos dias de existência, fazendo-nos confiar de que o porvir poderá ser bom, de realizações e conquistas.

Tudo apenas destoa a partir do momento em que aquele círculo que consideramos ideal para nossa vida é interrompido por algum acontecimento inesperado, não planejado. Então, nessas ocasiões, somos colocados à prova, como que para confirmar se a nossa esperança é genuína ou apenas um fogo de palha.

Por isso, caros amigos, acreditemos verdadeiramente nesta máxima de que enquanto houver vida, haverá esperança. Pois, se perdermos a fé (outro sinônimo para a esperança), nada mais restará para lutar…

Hoje, a sugestão literária é Como educar se não sei me comunicar? (Stella Azulay). Nessa obra, a autora discute uma questão complicada e vital: a necessidade de que os pais estejam educados para a complexa missão de criar bons cidadãos, preparados para um mundo em constante transformação. Assim, debate, também, o desafio da parentalidade e da educação dos filhos através de um diálogo sadio.

Bom final de semana!

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