Menu Lange
Menu Direita

Diário da Pandemia – 716º dia:

Diário da Pandemia | Diário da Pandemia | 06/03/2022 15:01
Diário da Pandemia – 716º dia:
Compartilhar no Whatsapp
Visualizações: 1603

A semana que ora finda exigiu uma boa dose (extra) de paciência e muita confiança, a fim de bem enfrentar os desafios interpostos pela natural existência. Afinal, quem não tem atribulações, atualmente? Assim, precisamos seguir em frente, olhos voltados ao horizonte, cuidando sempre da saúde (no meu caso, leia-se: academia e fisioterapia), atendendo aos nossos diletos parceiros do site e, irremediavelmente, pagando contas, a “sina” de todo brasileiro. Enfim, como diria o narrador esportivo: “segue o fluxo!”.

Ao completar 555 (isso mesmo!) textos do Diário da Pandemia, que, neste mês, completa dois importantes anos de vida, selecionamos, para hoje, um tema muito especial: “correr riscos”.

Ouvi, já faz muito tempo, alguém dizer que “viver é correr riscos contínuos”. Afinal, em um momento, estamos bem e respirando; no seguinte, podemos estar inertes, sem vida, ceifados tragicamente pela morte. Trágico isso, mas verdadeiro, muito verdadeiro…

Na verdade, desde o momento em que nascemos, estamos “dispostos” (não por nós mesmos) a enfrentar um sem número de diferentes riscos, das mais diversas “magnitudes”. Não há, portanto, como escapar; pensando bem, de repente sim, caso ficássemos sem fazer absolutamente nada. Será?

E por que tratar desse assunto, bem hoje? Acho que porque, nos últimos dias, com mais intensidade, refleti sobre os maiores riscos que já corri na vida. Ano passado (bem recente), houve alguns bem desnecessários e até evitáveis; porém, parece que a “aventura” atrai, seduz e fascina…

Então, a partir de hoje, comprometo-me (comigo mesmo) a não correr mais riscos, além dos absolutamente necessários. Não tenho mais vontade de “atirar-me” a eles; talvez, não tenha nem mais a necessária disposição. Pode ser, pode ser…

E você, gosta de viver correndo riscos?

Março, que já chegou, pede uma boa leitura: “Manifesto da autoestima” (Patrícia Cândido). Com esse livro, a autora propõe que cada um se torne a pessoa que nasceu para ser, e não aquela que é o que os outros impõem. Assim, estimula, junto com a autoestima, a confiança e a segurança, a fim de que seja encontrada a verdadeira felicidade interior.

Bom fim de semana!

Deixe seu comentário

Acesse nosso grupo de notícias