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Diário da Pandemia – 688º dia:

Diário da Pandemia | Diário da Pandemia | 05/02/2022 11:18
Diário da Pandemia – 688º dia:
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Começamos, há poucos dias, mais um mês: fevereiro. E o novo período (agora, um pouco mais curto, com 28 dias) reveste-se de mais desafios, o que já se tornou cotidiano em nossa vida. De planejado, muitos projetos; entre eles, o de continuar com as importantes e necessárias sessões de fisioterapia e os bem-vindos treinos de academia. Então, preparemo-nos, pois será uma nova etapa que requererá, de absolutamente todos, muita disposição!

Nas idas e vindas da vida, deparamo-nos com muitas situações diferentes. Assim, sujeitos humanos falhos que somos, estamos propensos ao erro. E por isso, no texto de hoje, defendo que todos temos direito a uma “segunda chance”.

A segunda chance é necessária para, principalmente, redimirmo-nos do erro cometido. Ela funciona, portanto, como uma espécie de “pagamento do pecado”. Jesus, já nas Sagradas Escrituras, reitera a importância de o pecador ser perdoado. Recordam?

Ainda, a segunda chance torna-nos capazes de refletir sobre nossa má conduta. Repito o que já disse antes: somos todos factíveis, sujeitos a errar; então, precisamos, igualmente, ter a oportunidade de reparar nossa falha.

Sim, esse é um ponto importante. Nossas falhas precisam ser, sempre, consertadas. Se ofendi alguém, devo pedir desculpas; se roubei algo, devo restituir ao seu dono; se maltratei alguém, devo cuidá-lo. Enfim, conforme o “peso” do pecado, deve ser a qualidade da retratação.

Sei que alguém dirá que há erros que não merecem uma segunda chance. Nesse ponto, precisamos pensar: quem nunca errou? E quem nunca desejou ser perdoado, para poder restaurar sua falha? Reflitamos!

Em tempo: no site www.diariodapandemia.com.br, você encontra todos os Diários já produzidos (mais de 530)! Acesse e leia variados textos para sua diversão e reflexão!

A primeira sugestão de leitura de fevereiro é “Crianças desafiadoras” (Luciana Brites e Clay Brites). Esse livro ajuda a entender como é possível contribuir, de maneira positiva, para o desenvolvimento de crianças com o transtorno opositivo. Além disso, propõe estratégias para reestabelecer a harmonia dentro de casa.

Bom final de semana!

 

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