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Diário da Pandemia 590º dia de confinamento:

Diário da Pandemia | Diário da Pandemia | 30/10/2021 15:39
Diário da Pandemia 590º dia de confinamento:
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E chegou o final de outubro. Fazendo uma breve avaliação, analiso que foi um mês de ganhos e perdas, quase na mesma proporção. Não poderia ser diferente, considerando a dinâmica da vida, que corre, como sempre, seu curso normal. Penso, por outro lado, que, mesmo não sentindo grandes progressos, realizei meus treinos e o tratamento articular de acordo com as recomendações médicas. Além disso, continuamos a divulgação e a expansão do Projeto Diário da Pandemia.

Muitas e muitas lições a vida nos proporciona cotidianamente, não é mesmo? Diante disso, costumo afirmar às pessoas (e a mim mesmo) que sempre é hora de perder o medo.

É hora de perder o medo de apostar em si próprio e sua constante evolução. A cada dia que passa, precisamos (pois o mundo nos cobra isso!) ser melhores do que já fomos antes, seja em termos profissionais, seja em termos sociais. Por isso, necessitamos estudar continuamente, aprender sempre coisas novas e como aplicá-las em nossa vida.

É hora de perder o medo, também, de realizar novos grandes projetos, como a construção de uma casa, a aquisição de um novo carro, um investimento financeiro, uma grande viagem (ah, como é bom viajar!).

É hora de perder o medo, ainda, de conhecer novas pessoas. Absolutamente sempre, as novas amizades transformam nossas vidas para melhor. Por isso, devemos continuamente fazer crescer nosso círculo de novos amigos.

É hora de perder o medo, por fim, de apaixonar-se novamente, sentir aquele gostoso frio na barriga por estar amando alguém e, é claro, ser correspondido nisso. A paixão, afinal, além de ser o motor da vida, justifica o existir humano!

Você está preparado para perder o medo?

Para encerrar, mais uma boa sugestão de leitura: Do universo à jabuticaba (Rubem Alves). A obra constitui uma grande reflexão sobre diversos assuntos, como amor, infância, morte, sexo e velhice. Assim, são apresentados textos curtos e irreverentes, que analisam esses temas que são, ao mesmo tempo, cotidianos e polêmicos.

Bom final de semana!

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