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Diário da Pandemia – 569º dia de confinamento:

Diário da Pandemia | Diário da Pandemia | 09/10/2021 18:31
Diário da Pandemia – 569º dia de confinamento:
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É sempre salutar, ao findar mais uma semana, fazermos uma análise do que passou. Essa avaliação serve, sobremaneira, para pesarmos erros e acertos, pontos positivos e negativos. Não sei vocês, mas eu, ultimamente, tenho sentido os dias como muito positivos; talvez isso ocorra porque o Diário da Pandemia tem avançado consistentemente, revelando, também, bons resultados.

Em diversas ocasiões, já tratei no Diário de questões envolvendo o mental e a força do pensar. Por isso, hoje, quero abordar um aspecto fundamental em nossa vida. Sigamos, pois, o percurso de “mentalmente”.

Mentalmente, podemos realizar atividades inimagináveis em termos concretos. Afinal, a força do pensamento não conhece limites, e também não os aceita. Por isso, por exemplo, é possível criarmos tantas coisas maravilhosas. Vamos a algumas possibilidades envolvendo nosso fantástico cérebro:

Conseguimos, mentalmente, viajar através do mundo e seus infindáveis mistérios. Ora, podemos estar na Floresta Amazônica; ora, em uma praia paradisíaca (como a do bom filme Tempo). Não há limites para nosso deslocamento geográfico utilizando a mente.

Também mentalmente, realizamos nossos sonhos mais improváveis. Eles podem ser idílicos, de conquistas, de sensações inebriantes, de sermos o que e quem quisermos. Aliás, o sonhar é uma atividade humana totalmente sem limites! Concordam?

Ainda, pela mente, realizamos muitas proezas que, depois, podem tornar-se realidade. Nesse aspecto, acredito, fielmente, na força motriz do pensamento positivo, que nos conduz às máximas ações humanas. Analisando o decorrer da vida, confirma-se que a maioria das conquistas tem a presença do aspecto mental.

E você, confia no seu poder mental?

Para hoje, uma boa sugestão de leitura de nosso compêndio nacional: “A paixão segundo GH” (Clarice Lispector). Considerado o livro mais importante da autora, essa obra retrata os questionamentos de uma narradora perseguida pela necessidade do autoconhecimento, do seu eu íntimo, em uma estrutura que não tem início nem final.

Bom final de semana!

 

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